Rigor antes de pressa
Cada número — horas, magnitudes, datas de eclipses — é confirmado em fontes primárias, como o Observatório Astronómico de Lisboa, a União Astronómica Internacional ou a NASA.
A Wide Sky nasceu em 2024 de um grupo de observadores que se encontrava nas margens do Alqueva e queria partilhar, em português de Portugal, aquilo que foi aprendendo à noite.
Tudo começou numa noite de agosto de 2023, durante as Perseidas, com quatro telescópios, três termos de café e uma discussão sobre qual seria o melhor primeiro instrumento para uma criança de dez anos. Nenhum de nós encontrou, na altura, um guia em português europeu que respondesse com honestidade.
No ano seguinte lançámos a Wide Sky: uma revista digital independente, sem publicidade intrusiva, dedicada à astronomia amadora. Escrevemos a partir de Évora, a menos de uma hora de alguns dos céus mais escuros da Península Ibérica, e testamos no terreno tudo o que recomendamos.
Hoje organizamos sessões públicas de observação, colaboramos com escolas do distrito e mantemos o painel «Céu desta noite», que calcula para Évora a fase da Lua, os crepúsculos e os planetas visíveis.

Cada número — horas, magnitudes, datas de eclipses — é confirmado em fontes primárias, como o Observatório Astronómico de Lisboa, a União Astronómica Internacional ou a NASA.
Defendemos iluminação responsável e mostramos, com medições, porque vale a pena proteger os céus do interior do país.
Escrevemos para quem nunca olhou por um telescópio. Sem jargão desnecessário e sempre com a pergunta: o que vai ver, de facto?
Observar o Sol, conduzir de noite, estar sozinho no campo: incluímos sempre os cuidados que evitam acidentes.

Editora e astrofotógrafa
Fotografa o céu do Alentejo há doze anos e coordena a edição da Wide Sky. Formada em Física pela Universidade de Évora, prefere a Lua em quarto crescente a qualquer nebulosa.

Equipamento e ótica
Engenheiro de ótica, testa telescópios, binóculos e filtros solares. Já colimou mais espelhos do que consegue contar e orienta as sessões de observação solar com escolas.

Divulgação e fenómenos
Professora de Ciências e observadora de meteoros, envia contagens à International Meteor Organization desde 2015. Escreve sobre planetas, chuvas de meteoros e eclipses.

Guia de céu escuro
Guia certificado de turismo astronómico na região do Alqueva e defensor ativo da iluminação responsável. Mede o brilho do céu alentejano com um SQM desde 2014.
As fotografias da equipa são ilustrativas e provêm de bancos de imagens com licença livre; consulte os créditos de imagens.

A redação fica no centro histórico de Évora, perto da Praça do Giraldo. As sessões de observação decorrem em locais públicos da região do Alqueva e em escolas do distrito que nos convidam.

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